O que é amor então?

Sem me importar, sem ter que me esforçar. Sem forçar os sorrisos aparecem, eu me sinto bem. Sem me enganar, sem ter que acreditar na falsa felicidade.

Os olhos dizem mais do que as palavras, até porque as palavras já não dizem mais nada. Nada tem o significado que eu procuro, impossível descrever, impossível até de acreditar. Porém, contudo, entretanto, SIM, é real! 

Eu nunca acreditei nos contos de fadas, eu acreditei no amor, num falso amor, eu não sabia o que era amor, hoje sei que é algo muito maior do que eu pensava que era.

Acreditei no destino, nos casos e acasos, na ideia de que o que tem que ser vai ser, você pode dar muitas voltas e tentar mudar de caminho, mas algumas coisas não mudam, o final sempre vai ser o mesmo, independente de qualquer coisa.

Nunca pensei no “para sempre” e hoje sinto medo de que o para sempre não seja tempo suficiente. 

Duvidei de mim, deixei de acreditar em tudo que eu julgava ser o certo e desisti, e quando eu desisti, eu te encontrei para me mostrar que havia solução, que ainda dá tempo de ser feliz, que ainda podia acreditar no amor, na felicidade, nos sonhos. 

Tenho vontade de voltar e mudar muita coisa, mas não posso, então eu tento ser o que sempre fui, esquecendo do que fiz quando eu tentei mudar, pra pior. 

Sinto tantas coisas juntas, e nem sei expressar, esse texto não diz metade do que sinto e penso, não diz o que realmente quero dizer, não diz o que realmente é, é apenas uma amostra, um esboço de pensamentos, sentimentos e lembranças.

Hoje eu sei que a felicidade existe, só temos que encontrá-la, não nos deixando enganar por alegrias ilusórias, e sim nos deixando levar pelas pequenas coisas que movem mais que as grandes.

Quando sorrimos de forma natural é porque a felicidade chegou aqui, e não precisamos provar que somos felizes, porque é notável, é inacreditável, é maravilhoso. 

É profundo, é verdadeiro, e real. Por mais que pareça um sonho, do qual eu não quero acordar.